4ever or Whatever?
"Chega um momento, em que somos aves na noite, pura plumagem, dormindo de pé, com a cabeça encolhida, o que tanto zelamos, na fileira dos dias, o que tanto brigamos, para guardar, de repente não presta mais: jornais, retratos,poemas, posteridade, minha bagagem é a roupa do corpo."
— Fabrício Carpinejar

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29/05/2012 @ 13:39
Quem poderá fazer
Aquele amor morrer
Se o amor é como um grão
Morre, nasce trigo
Vive, morre pão
— Gilberto Gil (via re-aja)


29/05/2012 @ 13:37
Você é má
Você é maluca
Você é malina
Você é malandra
Só não é massa…
E você magoa
E você massacra
E você machuca
E você mata!
Zeca Baleiro (via ultrarromantismo)


29/05/2012 @ 13:36

29/05/2012 @ 13:35

Assisti você se preocupando, você me dando fragmentos seus somente por olhar, assisti você se aproximando com um milhão de palavras rodeando a sua mente e a cada passo elas meramente iam se perdendo ao teu sorriso encontrar o meu, mas suas sardas iluminadas pelo sol e suas bochechas rosadas continuam rodeando meu dia inteiro de paz e satisfação.

  —  Ana Luisa Araujo


29/05/2012 @ 13:35

29/05/2012 @ 13:23
Hiato à paz: Limiar

anjoinverso:

As lufadas de ar que liberto através dos lábios - ou das palavras leves e aladas - carregam consigo pequenices acumuladas no interior confuso do meu próprio corpo, mãe. O que exalo é o que quis, o que tive, o que compreendi; o que captei do mundo de concreto, dos muros imundos, das roupas…


29/05/2012 @ 13:21
Condicionada a ser lírica pela arte, talvez eu apenas fite o átomo a olho nu enquanto os sábios calculam cargas positivas e negativas, não vendo eles próprios que não saem do zero. Ou talvez o vazio seja meu.
Claudia Calado  (via outubros)


29/05/2012 @ 13:16


29/05/2012 @ 13:05
E do que precisamos?
Anote aí, é pouca coisa: silêncio, arte e amor.
Martha Medeiros (via romantizei)


29/05/2012 @ 13:03

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